terça-feira, 11 de julho de 2017

Academic Writing

Ontem foi a primeira aula do curso Academic Writing.
 
Assim que a professora disse olá, estremeci toda. "Oh meu Deus, a senhora é escocesa!!" pensei eu. Mas vá lá, até consegui perceber bem o sotaque dela, e segui a aula sem problemas.
 
A aula foi muito prática, o que é excelente (o  que não foi tão excelente foi o facto de sermos 16 pessoas, todos encafuados numa sala minúscula onde só ligaram o AC depois da professora ter ido pedir). Fizemos imensos exercícios de detectar erros e de distinção estilo formal de informal. O pior foi o tpc - biografia académica.
 
Porquê o pior? Bem, tenho 3 razões:
 
1º) Não tenho grande coisa para escrever
2º) Não tenho grande coisa para escrever
 
e finalmente
 
3º) Não tenho grande coisa para escrever
 
 
Nem consegui atingir a meta das 150 palavras.
 
Depois de uma segunda-feira a acordar às 06 da manhã, um dia no escritório a todo-o-gás e uma aula destas, quando cheguei a casa parecia um membro do elenco do Walking Dead.
 
 
 
P.S. Acho que as minhas colegas de carteira não ficaram muito impressionadas com a frase que fui repetindo, diversas vezes, ao longo da aula : "Já não consigo pensar. O que acham?"

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Sonhos de estudante

Este fim-de-semana foi um flop. Estive doente e com febre consigo fazer pouco mais do que dormir. Mas hoje, hoje, dá-se inicio ao curso de Academic Writing.
 
Vai ser uma semana totalmente estafante, uma vez que vou estar a entrar às 08 da manhã, sair às 17, entrar no curso às 18 e sair às 21. Chegar a casa e não chegar... Basicamente vou chegar a horas de me deitar e repetir tudo novamente.
 
O que vale é que para a semana começam as férias e desta vez vai ser um retiro de escrita (em casa.... mas não deixa de ser um retiro) do qual espero que não tenha muitas tentações que me roubem a atenção. É por isto que adorava poder escapar para um retiro a sério. Onde não tivesse que me preocupar com limpezas, nem refeições. Um pouco como a Emma Cole conseguiu. Desde que vi este vídeo que sonho com uma oportunidade destas.

 
Tenho muita pena que não exista uma fundação destas para quem estuda turismo, mas com a quantidade de livros que já comprei sobre Turismo, Hotelaria, Informação e Comunicação, qualquer dia quem inicia este tipo de fundação cá em Portugal, sou eu.
 
 
Para mais informações, fica aqui o link da fundação:
 

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Just Keep Writing, Just Keep Writing

O meu marido já há muito tempo que me dizia que assim que eu começasse a escrever, iria sair do pântano onde tinha caído. E não é que, como sempre, ele tinha razão?
 
Não é que já tenha escrito metade da tese, nem nada que se pareça, mas já escrevi mais de 2.000 palavras.
 
É A LOUCURA!
 
 

 

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Bipolaridades Doutorais - a Fase Maníaca

Agora que o computador já fez todos os updates, consegui sentar-me com calma e comecei a escrever.

E escrevi, e escrevi, e escrevi até que de repente estava escuro na rua.

Vá...ok...foram só 400 palavras. Mas para quem esteve num deserto de escrita académica durante tantos meses (cof cof Anos cof cof), 400 palavras é digno de celebração! É digno de dança à volta da mesa. É digno de uma ovação!

E vai que hoje encontrei uns artigos que me podem ajudar a concluir este sub-capítulo ainda esta semana.



quarta-feira, 28 de junho de 2017

Explosões de Raiva e o porquê de muitos Doutoramentos terminarem em divórcio

Após o jantar desceu em mim uma inspiração súbita para reescrever e reestruturar o Capítulo 1. Liguei o meu pequeno portátil e ao fim de uns quantos minutos, foi finalmente possível abrir o Word. Consegui, literalmente, escrever uma frase até que pediu uma actualização.

Gravei a frase e fiz a actualização.

Reiniciei o computador.

Voltei a esperar não sei quantos minutos até conseguir abrir o Word.

O ficheiro de Word passou a ser somente de Leitura e não me deixava alterar para o modo Edição.

Não consegui escrever uma única letra.

Respirei fundo.

Insultei o computador.

Insultei o meu marido, que escolheu o computador.

Tentei escrever uma letra com outro teclado.

Insultei, com muito mais vigor, o meu computador.



Insultei, ainda com mais vigor, o meu marido que me disse que a culpa era minha porque há demasiado tempo que não ligava o portátil e por isso deveriam existir dezenas de actualizações a serem feitas.

Insultei o meu marido com todas as minhas forças. Basicamente culpei-o de tudo o que de mal existe no mundo.

Chorei de raiva.


Desliguei o portátil.

Chorei ainda mais de raiva.

Fiquei a ver televisão até às tantas da noite, para tentar acalmar a raiva.

Deitei-me com vontade de explodir com o mundo.

Antes de adormecer, insultei o meu marido e o portátil, só um bocadinho mais.

Acordei 5 horas depois com dor de cabeça, zonza e com um sentimento de arrependimento que penso ser compatível com o que algumas pessoas que beberam uns copinhos a mais na noite anterior, e não sabem muito bem o que fizeram, de certeza sentem pela manhã.

Chego ao trabalho e oiço um vlog sobre Doutoramentos e as Relações onde dizem que uma grande percentagem de alunos de doutoramento passam por divórcios. E percebi porquê. Juro que percebi porquê.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Por favor, não me peçam autógrafos

Ora bem, ontem descobri que fui citada num artigo cientifico.

Nada demais, nem sequer foi uma citação da minha genialidade, apenas um "(...) tal como foi provado por investigadores portugueses (o meu orientador, a minha orientadora, MOI MÊME: 2011; pessoal que não conheço, pessoal que não conheço: 2007)"